Quadribol grifino

E ai galerinha, tudo joinha? Aqui estou eu novamente para falar mais um pouco sobre o quadribol. Espera, acho que não falei meu nome, me chamo Cristal, sou primeiranista e tenho a honra de falar um pouco aqui no jornal sobre esse tema que atraia muitos grifinos. O quadribol na minha opinião é onde os bruxos que tem muita energia acumulada podem utilizar ela no jogo ao invés de aprontarem nos corredor. O time esta treinando duro e as vagas estão abertas, estão sabendo disso? Os treinos estão sendo abertos para todos os alunos da grifinória dando o direito de todos tentarem uma vaguinha no time da casa. Mas lembrem-se o importante não é apenas a vitória e sim o prazer de jogar e se divertir com o que esta fazendo.
E a Copa não esta longe, esta mais perto do que imaginam, não fiquem de fora dela galera, seja tentando fazer parte do time, indo assistir os trinos e a presença de todos vocês é indispensável na copa. Chega de enrolação, certo? O capitão anda meio ocupado planejando estratégias para os jogos, mas eu consegui aborda o seu ajudante e fazer umas perguntinhas, espero que gostem.
Equipe do Gryffin: Com a copa chegando o como esta seu coração?
Athos: Batendo... sempre... Se não eu estaria morto! -q Brincadeira a parte, estou bastante ansioso, mesmo que não seja a minha primeira vez em uma copa de Quadribol, a tensão pré-jogo sempre ataca e eu fico mais descontrolado, mas sempre confiante.
Equipe do Gryffin: Acha que o jogo vai ser muito difícil?
Athos: s jogos sempre são tensos e cheios de surpresas. Os jogadores com os nervos a flor da pele e os capitães não são diferentes; é uma mistura um tanto perigosa e grande causadora de polêmicas. Os jogos podem até ser difíceis, mas não impossíveis se o time estiver em boa sintonia.
Equipe do Gryffin: Como esta sendo o treinamento dos novatos? Ele estão focados mesmo, dá para ver força de vontade em cada um?
Athos: Os treinos estão sendo bastante divertidos e produtivos. Percebe-se que os novatos conseguem melhorar com a dedicação e apoio dos torcedores que sempre dão uma mãozinha (essa foi pra você, sem status... vulgo Jessieny). Estão focados e têm força de vontade, mas ainda há um longo caminho a percorrer e somente a prática leva à perfeição. Não pretendemos deixar as coisas relaxarem.
Equipe do Gryffin: Acha que a grifinória consegue ganhar esse ano?
Athos: Estou confiante, mas ainda há muitos desafios pela frente para se ter uma resposta concreta. Confiança é essencial e é meio caminho andado, mas precisamos de outros fatores importantes para nos formar um time merecedor da vitória e do campeonato. E é claro, uma torcida presente e motivadora, como a dos leões.
Equipe do Gryffin: Porque os treinos da casa passaram a ser abertos para todos os alunos?
Athos: Percebemos que os alunos da Grifinória têm mais potencial do que imaginam, e podem não enxergar o quadribol como uma das suas habilidades. Portanto, decidimos dar chance a todos aqueles que quiserem tentar, sem ter que assumir um compromisso com o time. Simplesmente, se divertir em campo e, talvez, se descobrir como um jogador; e, então, batalhar por uma vaga no time, se for o que alveja.
Equipe do Gryffin: Em comparação com os componente do time da grifinória com os das outras casas, eles estão mais fortes?
Athos: A questão não é fortaleza, mas diria experiência e habilidades diferentes. Enquanto que, na Grifinória, optamos por explorar os leigos e descobrir novas habilidades; os outros times optaram por estratégias mais tradicionais de se munir com jogadores experientes e, possivelmente, de habilidades conhecidas. A estratégia, que estamos usando, se demonstrou eficaz para o capitão Matthew na última temporada, então, resolvemos repetir a dose.
Equipe do Gryffin: Se o time perde, acha que eles saberão lidar com a situação?
Athos: Eu espero que sim! A Grifinória não é um time invencível (embora eu goste de sonhar que sim -q). Temos altos e baixos como qualquer outra equipe, e um momento de fraqueza pode ser usado contra nós. Nunca se sabe o dia de amanhã e as coisas nem sempre saem como planejado. Citando um pensador, cujo nome não me lembro nem sob a maldição cruciatus: "Ganhar é uma arte, perder faz parte, mas competir é o que realmente importa!" (ou algo parecido -q). Buscaremos nos divertir a cada lance, a cada gol, a cada defesa, a cada captura do pomo, e vamos guardar lembraças surreais de uma copa que promete ser memorável! Não importa se perdermos ou ganharmos... se os momentos em campo se tornarem inesquecíveis, terá valido totalmente a pena!
Reviewed by Evelyn Pallas
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04:00
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